Diretor do FBI viajou à Rússia para se reunir com membros do Kremlin, diz TV
Diretor do FBI Kash Patel AP O diretor do FBI, Kash Patel, viajou a Rússia nesta quarta-feira (14) para se reunir com membros do Kremlin, segundo a rede de TV n...
Diretor do FBI Kash Patel
AP
O diretor do FBI, Kash Patel, viajou a Rússia nesta quarta-feira (14) para se reunir com membros do Kremlin, segundo a rede de TV norte-americana MS NOW.
👉 A suposta viagem ocorre em meio a movimentos de aproximação entre os governos de Donald Trump e Vladimir Putin. Na semana passada, Trump anunciou suspensão de sanções à Rússia para comprar diesel do país, o que irritou Kiev.
Segundo fontes consultadas pela rede de TV, o diretor do FBI participaria de um evento relacionado às forças russas e manteria reuniões em Moscou e São Petersburgo, em uma viagem de dois dias. O FBI negou a informação e disse que Patel participaria de um evento no estado norte-americano da Virgínia.
No fim de agosto, a imprensa norte-americana noticiou que o diretor da CIA, John Rattcliff, também viajou a Moscou, em uma viagem não anunciada. A natureza da viagem também não foi informada por nenhuma das duas partes.
O presidente dos EUA, Donald Trump, também já mandou seu genro Jared Kushner e o enviado especial Steve Witkoff a Moscou para diálogos com o presidente russo focados na guerra na Ucrânia.
Trump escolheu lado, diz Zelensky
Trump suspende sanções à Rússia e anuncia acordo para compra de diesel
Também nesta quarta-feira, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, acusou Trump de tomar partido a favor da Rússia na guerra na Ucrânia.
"É doloroso quando o presidente Trump escolhe um lado que não é o seu", disse Zelensky em entrevista ao jornalista britânico Piers Mogan.
Na semana passada, Trump anunciou um acordo com o presidente russo, Vladimir Putin, para a compra de diesel da Rússia e também pediu a Kiev que interrompesse os ataques a refinarias russas e afirmou que os ucranianos deveriam realizar novas eleições para substituir Zelensky.
O presidente dos EUA também anunciou que a Ucrânia e a Rússia haviam concordado em suspender ataques a alvos de energia. No entanto, nenhum dos lados confirmou a informação, e os últimos dois dias registraram intensos bombardeios russos, inclusive contra usinas de energia ucranianas.
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