Embaixada dos EUA pede que americanos deixem o Iraque
Embaixada americana no Iraque é atacada A embaixada dos Estados Unidos em Bagdá emitiu um alerta de segurança neste sábado (14), pedindo que seus cidadãos ...
Embaixada americana no Iraque é atacada A embaixada dos Estados Unidos em Bagdá emitiu um alerta de segurança neste sábado (14), pedindo que seus cidadãos deixem o Iraque imediatamente. A medida foi tomada após um ataque com mísseis contra o prédio da embaixada. “Cidadãos dos EUA que optarem por permanecer no Iraque são fortemente incentivados a reconsiderar, à luz da ameaça significativa representada por grupos militantes terroristas alinhados ao Irã”, disse a embaixada. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 A sede da representação diplomática dos EUA em Bagdá foi alvo de um ataque neste sábado. Em resposta, o governo americano afirmou que enviará mais tropas para a região em conflito. Um míssil atingiu o heliporto da embaixada, segundo a agência Associated Press. O prédio fica em uma zona fortemente protegida. O ataque foi reivindicado pelo grupo iraquiano Kataib Hezbollah, aliado ao Irã. Vídeos mostram fumaça e chamas saindo do prédio da embaixada (veja no topo desta reportagem). Não há informações sobre vítimas. Nas redes sociais, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que vários países enviarão navios de guerra para manter aberto o Estreito de Ormuz, no Golfo Pérsico, por onde passa um quinto do petróleo mundial. LEIA TAMBÉM: Como a disparada do petróleo pode complicar Trump nas eleições de novembro nos EUA Bombardeio a escola no Irã: ataque que matou dezenas de crianças pressiona Trump Avião de reabastecimento dos EUA cai no espaço aéreo do Iraque Trump afirmou esperar que China, França, Japão, Coreia do Sul e Reino Unido contribuam. Acrescentou que, enquanto isso, os EUA continuarão a bombardear o litoral iraniano, além de embarcações do Irã, e prometeu que, em breve, o Estreito estará aberto. A Casa Branca enviará mais três navios ao Oriente Médio, com uma força expedicionária de 2,5 mil fuzileiros navais, que se juntarão a mais de 50 mil militares americanos na região. Bandeira dos EUA na embaixada americana em Bagdá. Reuters/Ahmed Saad * Com informações da agência Reuters