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'Protesto das baratas': Índia aumenta repressão contra movimento Gen Z com prisão de líderes e 2,4 mil manifestantes

Índia prende líder do 'protesto das baratas' e aumenta repressão A Índia intensificou neste sábado (10) a repressão contra o "protesto das baratas", movimento G...

'Protesto das baratas': Índia aumenta repressão contra movimento Gen Z com prisão de líderes e 2,4 mil manifestantes
'Protesto das baratas': Índia aumenta repressão contra movimento Gen Z com prisão de líderes e 2,4 mil manifestantes (Foto: Reprodução)


Índia prende líder do 'protesto das baratas' e aumenta repressão A Índia intensificou neste sábado (10) a repressão contra o "protesto das baratas", movimento Gen Z que surgiu no primeiro semestre deste ano e balançou o governo de Narendra Modi. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp A polícia indiana prendeu Abhijeet Dipke, fundador do partido Partido Nacional das Baratas (CJP, em inglês), e outros cabeças do movimento jovem antes de um protesto convocado para exigir a renúncia do principal responsável pela comissão eleitoral do país, segundo o próprio grupo. ▶️ O "protesto das baratas" é um grupo de jovens indianos que ganhou projeção ao protestar contra vazamentos de provas e irregularidades em exames e concursos públicos. As mobilizações pressionaram o governo do primeiro-ministro Narendra Modi e contribuíram para a renúncia do ministro da Educação, em julho. Abhijeet Dipke, fundador do partido Cockroach Janta Party (CJP), discursa para apoiadores durante um protesto em Mumbai, em 2 de outubro de 2026. Os manifestantes exigiam a renúncia de Gyanesh Kumar, principal responsável pela comissão eleitoral da Índia, por supostas irregularidades nas listas de eleitores. Indranil Mukherjee / AFP Além disso, milhares de manifestantes jovens também foram presos neste sábado, sendo ao menos duas mil pessoas na capital Nova Déli e cerca de 400 pessoas em Mumbai. Veja mais abaixo fotos da repressão ao protesto juveil neste sábado. A emissoras de TV indiana NDTV informou que policiais abordaram Dipke no aeroporto da capital Nova Délhi, após sua chegada de Mumbai, o centro financeiro da Índia. Os agentes pediram que ele cancelasse a manifestação, proibida pelas autoridades. Manifestante é detida por agentes de segurança durante um 'protesto das baratas' que pede a renúncia do presidente da Comissão Eleitoral da Índia, Gyanesh Kumar, em Nova Délhi, na Índia, em 10 de outubro de 2026. REUTERS/Priyanshu Singh Outros dois líderes sênior do movimento das baratas, como Saurav Das e Ashutosh Ranka, também foram detidos após desembarcarem de um voo. Milhares de pessoas eram esperadas para o protesto em Jantar Mantar, área de Nova Déli usada para manifestações. As autoridades impuseram restrições no local, incluindo a suspensão do acesso à internet móvel. Na última sexta-feira (9), a polícia afirmou que havia negado autorização para o ato porque o pedido foi apresentado fora do prazo. Jovens voltam às ruas na Índia Manifestante faz sinal de resistência ao ser preso por agentes de segurança durante 'protesto das baratas' que pede a renúncia do presidente da Comissão Eleitoral da Índia, Gyanesh Kumar, em Nova Délhi, na Índia, em 10 de outubro de 2026. REUTERS/Adnan Abidi A área prevista para a manifestação foi isolada com barreiras metálicas amarelas. Milhares de policiais foram mobilizados para atuar no local e nas proximidades. Restrições nos serviços ferroviários e em estações de metrô também poderiam dificultar o deslocamento de manifestantes pela capital. A mobilização ocorre em meio ao crescimento de uma campanha de protestos que recebeu apoio da oposição e aumentou a pressão sobre o premiê Modi. Manifestante é detido por agentes de segurança durante um 'protesto das baratas' que pede a renúncia do presidente da Comissão Eleitoral da Índia, Gyanesh Kumar, em Nova Délhi, na Índia, em 10 de outubro de 2026. REUTERS/Adnan Abidi Manifestante presa pela polícia e mantida dentro de ônibus-camburão durante 'protesto das baratas' que pede a renúncia do presidente da Comissão Eleitoral da Índia, Gyanesh Kumar, em Nova Délhi, na Índia, em 10 de outubro de 2026. REUTERS/Adnan Abidi Manifestante é detida por policias após subir em ônibus da polícia que transportava manifestantes detidos durante 'protesto das baratas' que pede a renúncia do presidente da Comissão Eleitoral da Índia, Gyanesh Kumar, em Nova Délhi, na Índia, em 10 de outubro de 2026. REUTERS/Priyanshu Singh

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